{"id":2239,"date":"2019-07-05T16:08:41","date_gmt":"2019-07-05T19:08:41","guid":{"rendered":"https:\/\/www.igrejabatistadecorreas.com.br\/2018\/?page_id=2239"},"modified":"2023-10-30T10:55:20","modified_gmt":"2023-10-30T13:55:20","slug":"a-origem-da-versao-revisada","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.igrejabatistadecorreas.com.br\/2018\/palavra-pastoral\/a-origem-da-versao-revisada\/","title":{"rendered":"A Origem da Vers\u00e3o Revisada"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-page\" data-elementor-id=\"2239\" class=\"elementor elementor-2239\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-45ab602 e-flex e-con-boxed e-con e-parent\" data-id=\"45ab602\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"e-con-inner\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-73d8d09 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"73d8d09\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<h1 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">A origem da vers\u00e3o revisada<\/h1>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-7d01333 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"7d01333\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<h3 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">II- De Erasmo ao Textus Receptus<\/h3>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-1fc733f elementor-drop-cap-yes elementor-drop-cap-view-default elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"1fc733f\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-settings=\"{&quot;drop_cap&quot;:&quot;yes&quot;}\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p>Os mais antigos manuscritos da B\u00edblia s\u00e3o os papiros, que datam do 2\u00ba e 3\u00ba s\u00e9culo. Os aut\u00f3grafos perdidos t\u00eam nessas evid\u00eancias o mais pr\u00f3ximo testemunho. No entanto, por serem de material fr\u00e1gil, dos papiros restam apenas fragmentos, e cada fragmento \u00e9 considerado um manuscrito.<\/p><p>A partir do 4\u00ba s\u00e9culo surgiram em pergaminho, os c\u00f3dices unciais e cursivos. Uncial \u00e9 o manuscrito em letras maiusculas; posteriormente vieram os cursivos, em letras min\u00fasculas. Os grandes exemplares desse tipo s\u00e3o os C\u00f3dices Sina\u00edtico eo Vaticano (B), unciais do 4\u00ba s\u00e9culo, considerados os maiores esteios da Cr\u00edtica Textual.<\/p><p>Em seu aparato cr\u00edtico, Nestle apresenta as evid\u00eancias textuais na seguinte ordem: papiros, unciais, cursivos, vers\u00f5es e cita\u00e7\u00f5es dos pais.<\/p><p>A patir de 1844, Constantin von Tischendorf come\u00e7ou a descobrir preciosos manuscritos e, prosseguindo em suas investiga\u00e7\u00f5es, no ano de 1859 encontrou, perto do Monte Sinai, o famoso Uncial Sina\u00edtico, do 4\u00ba s\u00e9culo. Outras descobertas foram surgindo e o resultado \u00e9 o grande interesse que o estudo do Novo Testamento despertou no s\u00e9culo 19. Homens como Tregelles, com sua edi\u00e7\u00e3o cr\u00edtica do Novo Testamento; Tischendorf, com suas oito edi\u00e7\u00f5es do Novo Testamento e material completo de Cr\u00edtica Textual; Westcott e Hort trabalhando juntos durante 30 anos, escreveram um cap\u00edtulo novo na hist\u00f3ria do texto sagrado.<\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-26aecaa elementor-drop-cap-yes elementor-drop-cap-view-default elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"26aecaa\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-settings=\"{&quot;drop_cap&quot;:&quot;yes&quot;}\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p>Desiderius Erasmus (1466 \u2013 1536), humanista crist\u00e3o exponencial do per\u00edodo da Reforma (ver: Erickson, M.J. Conciso Dicion\u00e1rio de Teologia Crist\u00e3, JUERP). Erasmo era uma pessoa de dif\u00edcil relacionamento. Foi amigo e inimigo de Lutero. Como humanista, era um individualista que nunca encontrou um grupo religioso digno de sua presen\u00e7a; jamais se acomodou a qualquer forma de protestantismo em sua \u00e9poca. \u00c8 como se um crente, hoje, n\u00e3o encontrasse uma s\u00f3 igreja ou denomina\u00e7\u00e3o digna dele e andasse isolado de tudo e de todos, pensando de si mesmo al\u00e9m do que conv\u00e9m pensar (RM 12:3). Mas Deus p\u00f4de usar este homem, como usa ainda hoje muitos de n\u00f3s, a despeito de limita\u00e7\u00f5es e fraquezas.<\/p><p>Erasmos publicou, em 1516, o primeiro Novo Testamento Grego a ser entregue para venda. Infelizmente, ele n\u00e3o dispunha de textos mais antigos e, al\u00e9m disso, precisou suprir alguns claros, retraduzindo da Vulgata. Esse primeiro trabalho passou por cinco revis\u00f5es, sempre na tentativa de melhor\u00e1-lo, mas os grandes unciais do 4\u00ba s\u00e9culo n\u00e3o eram conhecidos. Dizer que Erasmo desprezaria tais evid\u00eancias \u00e9 enveredar para o fantismo. Logo Eramos, que tentou reformar a igreja pela erudi\u00e7\u00e3o!<\/p><p>Edi\u00e7\u00f5es do Novo Testamento surgiram, e n\u00e3o foram poucas, a partir do seu trabalho:<\/p><p>Stephanus(1546), usando novos manuscritos, publicou quatro edi\u00e7\u00f5es baseadas em Erasmo.<\/p><p>Teodoro de Beza (1565) produziu nove edi\u00e7\u00f5es. Seu trabalho, no entando, \u00e9 conhecido pelos desvios e adi\u00e7\u00f5es ao texto de Erasmo.<\/p><p>Apareceram os editores da fam\u00edlia Elzevir (1624), que basearam seu trabalho, infelizmente, em Beza, e trouxeram a lume o chamado Textus Receptus. Esta designa\u00e7\u00e3o \u00e9 comercial, porque um texto n\u00e3o pode sair do prelo com o nome de \u201cRecebido\u201d. \u00c9 um pr\u00e9-marketing que nunca correspondeu \u00e0 verdade.<\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-c77568c elementor-drop-cap-yes elementor-drop-cap-view-default elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"c77568c\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-settings=\"{&quot;drop_cap&quot;:&quot;yes&quot;}\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p>Almeida n\u00e3o teve acesso aos manuscritos mais antigos que hoje conhecemos, por isso, ap\u00f3s uma primeira tentativa baldada de traduzir a partir de tradu\u00e7\u00f5es (isto \u00e9, n\u00e3o de originais), tomou por base o Textus Receptus, a edi\u00e7\u00e3o dos irm\u00e3os Elzevir, baseada em Beza.<\/p><p>O Receptus \u00e9 uma compila\u00e7\u00e3o de manuscritos bizantinos (orientais), considerados inferiores aos ocidentais, sendo o mais antigo deles do s\u00e9culo 10. Nessa \u00e9poca, ainda n\u00e3o eram conhecidos os papiros e os unciais, evid\u00eancias mais pr\u00f3ximas dos a\u00fatografos. Somente a t\u00edtulo de compara\u00e7\u00e3o, o manuscrito mais antigo que a edi\u00e7\u00e3o Elzevir usou \u00e9 pelo menos oito s\u00e9culos mais novo que os papiros e seis s\u00e9culos mais novo que o unciais.<\/p><p>De Almeida at\u00e9 a Edi\u00e7\u00e3o Revista e Corrigida houve diversas revis\u00f5es: em 1840, a chamda Revista e Emendada; em 1847, a Revista e Reformada; em 1873, a Revista e Correcta; em 1894, a Revista. Das duas \u00faltimas surgiu em 1898, a Revista e Corrigida, que no Brasil foi editada pela primeira vez, em 1944, pela Imprensa B\u00edblica Brasileira, como Edi\u00e7\u00e3o Revista e Corrigida na grafia simplificada com algumas variantes. H\u00e1 mais de 50 anos esta vers\u00e3o vem sendo administrada pela Imprensa B\u00edblica Brasileira e pela Sociedade B\u00edblica do Brasil. Diversos segmentos ainda a t\u00eam adotado. A Sociedade B\u00edblica do Brasil promoveu um revis\u00e3o, sob os ausp\u00edcios das Sociedades B\u00edblicas Unidas, sendo conclu\u00edda em 1959 e conhecida por Revista e Atualizada. Serviram de base \u00e0 revis\u00e3o os seguintes originais: B\u00edblia Hebraica de Kittel e Novo Testamento Grego de E. Nestle. Na \u00e9poca havia trabalho cr\u00edtico mais avan\u00e7ado, edi\u00e7\u00f5es mais novas, por\u00e9m, comparando \u2013se com o Receptus, a diferen\u00e7a \u00e9 muito grande.<\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-25f4fbf elementor-drop-cap-yes elementor-drop-cap-view-default elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"25f4fbf\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-settings=\"{&quot;drop_cap&quot;:&quot;yes&quot;}\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p>A Imprensa B\u00edblica Brasileira, nesse mesmo tempo, estava promovendo a sua revis\u00e3o da Revista e Corrigida. Seus originais foram Westcott e Hort, verdadeiro marcona hist\u00f3ria do texto, e Nestle, cujo uso revestiu-se de grande import\u00e2ncia uma vez que agrupou Weiss, Tischendorf e Westcott &amp; Hort.<\/p><p>A antiga Almeida foi revisada por estudiosos batistas no per\u00edodo de 1940 a 1967 e publicada pela primeira vez, em formato de p\u00falpito, sob o t\u00edtulo de Vers\u00e3o Revisada da tradu\u00e7\u00e3o de Jo\u00e3o Ferreira de Almeida de acordo com os melhores textos hebraico e grego. Esta vers\u00e3o foi pouco a pouco conquistando seu espa\u00e7o, at\u00e9 ser recomendada como vers\u00e3o oficial da Conven\u00e7\u00e3o Batista Brasileira e aceta pelos mais diversos segmentos envag\u00e9licos.<\/p><p>Revendo antigos documentos da Imprensa B\u00edblica Brasileira, encontramos o registro das comiss\u00e7oes que trabalharam no preparo da Vers\u00e3o Revisada, e aqui destacamos alguns ilustres revisores: S.L. Watson (Presidente da primeira Comiss\u00e3o), Manuel Avelino de Souza, A. R. Crabtree, W. E. Allen, Antonio Neves de Mesquita, A. B. Christie, Eodice Fontes de Queiroz, Jo\u00e3o Filson Soren (Presidente), Roque Monteiro de Andrade, Reinaldo Purin, Almir dos Santos Gon\u00e7alves, Raphael Zambrotti, A. Bem Oliver (Comiss\u00e3o Consultiva), Jos\u00e9 do Reis Pereira, Edgar Francis Hallock, Rubens de Souza Lima, Broadus David Hale, Lea Lessa, Harold Schaly e outros.<\/p><p>A maioria j\u00e1 repousa na gl\u00f3ria celestial. Homens \u201cdos quais o mundo n\u00e3o era digno\u201d (Hb 11:38), que desafiaram toda a sorte de dificuldades, vararam madrugadas, anos a fio, no exame de cada palavra de Deus, \u00e0 luz dos mais antigos e melhores originais conhecidos at\u00e9 ent\u00e3o.<\/p><p>Esse luminares entregaram ao mundo de idioma portugu\u00eas a melhor revis\u00e3o que j\u00e1 se produziu da tradu\u00e7\u00e3o de Almeida. \u00c9 que, al\u00e9m da capacidade, que n\u00e3o lhes desconhecemos, contaram, merc\u00ea de Deus, com o resultado das memor\u00e1veis descobertas de textos antigos, n\u00e3o conhecidos no dias do humanista Eramos e tamb\u00e9m quando a B\u00edblia de Almeida foi conclu\u00edda pelo Pr. Jacobus Op den Akker, para, a seguir, ser impressa na Bat\u00e1via. A julgar pela superioridade do segundo trabalho em rela\u00e7\u00e3o ao primeiro, admitimos que, num terceiro, Almeida tamb\u00e9m teria usado os melhores textos para revisar sua segunda tradu\u00e7\u00e3o.<\/p><p>Foram 20 anos de intensa atividade, que melhorou a linguagem, mudou criteriosamente onde era imprescind\u00edvel mudar, corrigiu passagens inadequadas, deu extaid\u00e3o \u00e0s palavras, consist\u00eancia \u00e0 tradu\u00e7\u00e3o, precis\u00e3o ao tempos verbais, acrescentou notas de rodap\u00e9, eliminou cac\u00f3fatos, e para isso a Comiss\u00e3o contou com mulheres e homens de Deus, aprovados por Deus, de vida crist\u00e3 e profici\u00eancia intelectual inquestion\u00e1veis, que gastaram parte de duas vidas, e, certamente, n\u00e3o trabalharam em v\u00e3o.<\/p><p>Foi Alvo da Imprensa B\u00edblica Brasileira, desde a sua funda\u00e7\u00e3o, apresentar aquilo que Deus de melnor, escondido em seus ricos tesouros. Temos consci\u00eancia de que n\u00e3o existe uma edi\u00e7\u00e3o perfeita e que ainda precisamos melhorar. Recentemente, a Imprensa B\u00edblica Brasileira empossou o novo Conselho Editorial, composto pelos seguintes professores: Antigo Testamento: Roberto Alves, Glen Paul Johnson, Landon Booth Jones, Lonnie Byron Harbin; Novo Testamento: Darci Dusilek, Guenther Carlos Krieger, Jos\u00e9 Alves da Silva Bittencourt, Roberto Alves de Souza (Secret\u00e1rio); L\u00edngua Portuguesa: \u00c9ber Vasconcelos (Presidente), Adalberto Alves de Souza e Erotildes Malta do Nascimento. Tudo porque A IBB continua no firme prop\u00f3stio de sempre melhorar. Para isso envidar\u00e1 todos os recursos, desde que n\u00e3o ultrapassem a \u00e9tica e o amor fraternal.<\/p><p>Foi assim que sugiu a Vers\u00e3o Revisada, que hoje goza da melhor reputa\u00e7\u00e3o entre o p\u00fablico evang\u00e9lico ledor da B\u00edblia Sagrada, para a gl\u00f3ria do Senhor.<\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-213bac0 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"213bac0\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p>Pedro Moura de Almeida<br \/>Coordenador Geral do Conselho Editorial da IBB.<\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-1f01bcc elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"1f01bcc\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<h3 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">IV- Vers\u00e3o Revisada da Imprensa B\u00edblica Brasileira<\/h3>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-268d0f8 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"268d0f8\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<h3 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">III- De Almeida \u00e0 vers\u00e3o Revisada e Corrigida<\/h3>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-b124c8c elementor-drop-cap-yes elementor-drop-cap-view-default elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"b124c8c\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-settings=\"{&quot;drop_cap&quot;:&quot;yes&quot;}\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p>\u00c9 nossa inten\u00e7\u00e3o apresentar um pouco da hist\u00f3ria do texto b\u00edblico, desde os mais antigos, at\u00e9 chegarmos \u00e0 Vers\u00e3o Revisada de acordo com os melhores textos em hebraico e grego.<\/p><p>Ensejamos suprir de maiores informa\u00e7\u00f5es os diversos segmentos evang\u00e9licos que t\u00eam a adotado e, ao mesmo tempo, fazer justi\u00e7a ao extraordin\u00e1rio trabalho promovido pela Imprensa B\u00edblica Brasileira, institui\u00e7\u00e3o batista a servi\u00e7o do p\u00fablico evang\u00e9lico, do povo em geral e do mundo de idioma portugu\u00eas.<\/p><p>Quanto \u00e0 cria\u00e7\u00e3o, em 1940, da Imprensa B\u00edblica Brasileira, duas decis\u00f5es priorit\u00e1rias foram tomadas no mesmo dia: 1) Imprimir a Edi\u00e7\u00e3o da Revista Corrigida da B\u00edblia de Almeida, para suprir a falta de B\u00edblias no Brasil, ocasionada pela II Grande Guerra Mundial; 2) Iniciar imediatamente uma criteriosa revis\u00e3o do referido texto, \u00e0 luz dos melhores manuscritos conhecidos at\u00e9 ent\u00e3o. Isto porque, n\u00e3o conhecendo os melhores originais, Almeida usou textos mais modernos, com retradu\u00e7\u00f5es da Vulgata, seguindo a Erasmo de Rotterdan e as edi\u00e7\u00f5es que descendem do seu trabalho, principalmente a Elzevir.<\/p><p>Nenhuma edi\u00e7\u00e3o da B\u00edblia \u00e9 baseada nos aut\u00f3grafos, isto \u00e9, manuscritos dos autores b\u00edblicos; todas t\u00eam sua origem nos manuscritos originais, isto \u00e9, escritos na l\u00edngua original. Eram copiados \u00e0 m\u00e3o por profissionais, copistas, com seriedade e fidelidade. Assim chegaram at\u00e9 n\u00f3s os preciosos ensinos da Palavra de Deus.<\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-3f1c948 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"3f1c948\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<h3 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">I- Manuscritos mais antigos<\/h3>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A origem da vers\u00e3o revisada II- De Erasmo ao Textus Receptus Os mais antigos manuscritos da B\u00edblia s\u00e3o os papiros, que datam do 2\u00ba e 3\u00ba s\u00e9culo. 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